Crimes sem castigo.

“Recorrer à conclusão que coloca sobre os ombros da mídia e da indústria do entretenimento, a responsabilidade pelo aumento nas ações violentas praticadas em todas as camadas sociais, é uma escolha reducionista, que se abstém de tratar as características mais profundas da origem do problema.” Leia mais »

“Efeitos colaterais“ da Pratica Médica em seus Profissionais

A influência que o ambiente exerce sobre as pessoas, individualmente ou em grupos, é parte indissociável da formação e manutenção do equilíbrio emocional de cada ser humano. E, muitas vezes, a prática da medicina coloca os profissionais de Saúde diante do enfretamento cotidiano de situações desorganizadoras, em que o seu equilíbrio emocional é provocado e se desestabiliza. Leia mais »

Violência no trânsito.

Todos somos vítimas e algozes em uma realidade que insistimos em não modificar. No relatório mundial sobre a situação da segurança rodoviária apresentado pela Organização Mundial da Saúde - OMS, com informações de 182 países, o número de vítimas de acidentes envolvendo veículos em 2010 foi 1.24 milhão, a maioria homens com idade inferior a 44 anos. Leia mais »

 

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Doutorado Internacional de Investigação sobre o Disruptivo

Defesa de tese do primeiro brasileiro a se dedicar a Investigação sobre o Disruptivo será sexta-feira. No final da tarde da próxima sexta-feira (16), na Universidad Del Salvador, em Buenos Aires, Argentina,

Crimes sem castigo

Os excessos cometidos na ficção e a violência presente na realidade. Ao observar notícias recorrentes nos noticiários, somos obrigados a conviver com a violência como fator indissociável da realidade, e em muitos

Violência no trânsito.

Todos somos vítimas e algozes em uma realidade que insistimos em não modificar. No relatório mundial sobre a situação da segurança rodoviária apresentado pela Organização Mundial da Saúde – OMS, com informações de

Impacto emocional e tratamento após tragédias.

A realidade e o apoio que precisa ser oferecido à população de Santa Maria. Vivemos um momento de dor, e eu não desejo manifestar-me como “oportunista” a partir de um acontecimento tão